1º A CRISE DO
DESENCORAJAMENTO – Quando
os indivíduos caem por falhas na prática dos altos padrões que eles tem defendido imediatamente após o batismo, o desencorajamento se instaura. Freqüentemente eles descobrem
que têm tendências de suas velhas vidas permanecendo presentes. Eles podem
perder o humor. Eles podem desrespeitar o Sábado, ou até mesmo “escorregar” e
se maldizerem.
Quando
estes velhos hábitos são copiados, seja o que for que eles sejam, os dominam de
novo, em um sentimento de derrotismo que se afundam neles. Desencorajados e com
a auto-estima lá em baixo, eles podem se sentir como se eles fossem hipócritas.
A reação natural é de libertar-se do contato com a igreja ante a qual eles
faziam tudo para se entregarem ao batismo. A culpa por Adão e Eva para se
livrarem da presença de Deus, é similar ao que as pessoas estão fazendo hoje na
igreja.
SINTOMAS – A crise do desencorajamento
freqüentemente se revela na ausência à igreja, eventos sociais, ou encontros de
oração; uma visível perda de ânimo na vida cristã, uma obvia falta de desejo de
demorar-se na igreja; freqüentemente cumprimenta apressadamente ou com uma
expressão de desânimo.
SOLUÇÕES – Examine-se cuidadosamente nesta crise do desencorajamento, podendo freqüentemente ser ajudado se a
crise for detectada rapidamente.
Uma
chamada telefônica, uma conversa tranqüilizadora, uma oração, uma nota breve,
uma visita pastoral, tudo pode ser como raios de esperança na escuridão. Os
novos conversos certamente não necessitam de aprovação. O sentido do seu desencorajamento, de escutar os seus problemas, de oferecer
um genuíno e sincero encorajamento e amizade, freqüentemente é o que mais
necessita.
2º A CRISE DA
INTEGRAÇÃO – Desde
que o ser humano é um ser social, tanto como criatura, mental e espiritual, a
crise de integração começa quando os novos crentes falham em substituir os seus
“velhos” amigos pelos novos amigos cristãos e, assim, não vindo a serem mais
parte da malha social da antiga, mas da sociedade da igreja. Assim, eles se
sentem sós e isolados, até mesmo de seus próprios
familiares por causa de seus novos compromissos.
SINTOMAS – Esses novos membros chegam atrasados na igreja, ou a deixam
imediatamente após cantar o hino final. Eles podem se sentar isolados deles
mesmos, e raramente freqüentam as atividades sociais da igreja. Para eles
religião é simplesmente estar freqüentando aos sábados de manhã na adoração,
porque eles crêem nas doutrinas. Estes novos membros se associam muito pouco
com os membros da igreja, e não tem amigos mais chegados na igreja. Eles podem
desaparecer por semanas e meses a fio, mas mais cedo ou mais tarde nos
deixarão, a menos que se envolvam em uma rede de amizade na igreja.
SOLUÇÔES – Estas pessoas necessitam imediatamente de atenção
pessoal. De fazer tentativas ativas para ajuda-los, a
fim de se envolverem com novas amizades entre os membros. Esforços especiais
podem ser feitos em convida-los para os eventos
sociais das atividades da igreja, podendo ser mais efetivos como em passar uma
carta missionária ou nos anúncios públicos (da Escola Sabatina).
Durante
os primeiros seis meses, muitos indivíduos deixam a
igreja por causa da crise do desencorajamento ou da
de integração, ou por qualquer outra razão simples. O calor humano e o companheirismo
amante, bem como os profundos relacionamentos pessoais são fatores
significativos na prevenção contra a apostasia.
3º A CRISE DO ESTILO
DE VIDA – Esta crise geralmente toma
lugar de um ano para um ano e meio após o batismo. Ocorre quando os novos
membros falham em integrar-se nos sistemas de valores das Escrituras e a Igreja
Adventista do Sétimo Dia (IASD) em comparação com os estilos de vidas deles.
Tipicamente
eles não têm sido incorporados nas formas de adoração familiares nas suas
programações. Orar antes das refeições é espasmódico. O sábado é guardado
negligentemente. Eles continuam a freqüentar os antigos lugares de
divertimento. Apesar de eles
freqüentarem aos sábados de manhã na adoração. Eles se arrastam na velha vida
de um modo extremamente forte. As sementes do evangelho ainda não fizeram
raízes, pois há pouca profundidade espiritual. Eles gastam pouco tempo na
oração e no estudo da Bíblia. Em pouco tempo eles não podem realmente conseguir
conhecer a Jesus.
SINTOMAS – Estes novos membros freqüentemente não querem assistir
as classes de Escola Sabatina (a classe pós-batismal, no caso), eles quase
sempre perdem os encontros de oração (cultos de oração das quartas-feiras).
Eles exibem uma superficialidade geral acerca de suas experiências cristãs. E
qualquer forma pastoral de alcançar essas almas está ausente em suas vidas. E
eles se mostram pouco envolvidos na igreja ou no aparente crescimento da
igreja, espiritualmente se falando.
SOLUÇÔES – Uma grande necessidade para esses membros que enfrentam
esta crise é o tempo ocupado em momentos devocionais
significativos. Certifique-se de que eles tem
literatura adventista seriada em sua casa (trata-se da Revista Adventista,
Escola Sabatina, hinário, etc.) para atender as suas necessidades mais
prementes e seus interesses básicos. Um excelente estímulo para alimentar o
crescimento espiritual para esses novos crentes, é serem
envolvidos em um pequeno grupo do estudo da Bíblia, com uma equipe
excelente de oração, de estudo e de testemunho. Num pequeno grupo de estudo da
Bíblia de
4º A CRISE DE
LIDERANÇA – Após as pessoas recém
convertidas demonstrarem fidelidade a Cristo e a igreja, a crise de liderança
freqüentemente aparece. Assumem a hipótese de que a igreja é relativamente
pequena. Os novos crentes começam a estar se integrando na estrutura de
liderança, talvez sendo colocados nas comissões de nomeação. Aí, eles começam a
ver os trabalhos da igreja do lado de dentro dela e a sua “aureola de
santidade” os torna embaraçados. Eles reconhecem que todos os membros da igreja
não são “santos”. Durante os encontros de comissões de nomeação, mostra uma
franca evolução dos membros da igreja se toma lugar. As decisões imperfeitas e
as determinações das comissões e das juntas administrativas os tornam
perplexos, e os choques de pertencerem a uma igreja composta de erros humanos,
na realidade os desencorajam.
SINTOMAS – Criticas, fofocas, ou quebra de
confidencias após um encontro de comissão pode ocorrer, ou um sentimento geral
de desencorajamento pode ser desenvolvido. As vezes uma pessoa vai examinando cuidadosamente a
crise da liderança, que pode ocorrer
após ele ter participado de uma reunião de comissão de nomeações, e recusa tomar
parte nas atividades da igreja recusando cargos. E ele ou ela pode se expor a critica, que de um modo geral da profunda ansiedade nos
sentimentos dos outros.
SOLUÇÔES – Uma ou duas sessões de aconselhamento pastoral,
focalizando a origem divina da igreja e a fraqueza e a inadequação da liderança
humana, são usualmente o bastante para ajudar esta pessoa. Esta crise de
liderança geralmente ocorre porque uma pessoa não tem ainda desenvolvido o seu
espírito de maturidade para conhecer a humanidade de todos os membros da
igreja. Pastores podem ser muito úteis se eles explanarem aos novos conversos
eleitos adventistas para uma posição de liderança, da fragilidade dos seres
humanos e das necessidades de cooperarem juntos. Nas áreas nas quais a confiança ainda não esteja em jogo, as comissões de
igreja podem relembrar do amor que devem ter dos membros (se não houve outra
razão), que a unidade é mais importante neste caso do que as opiniões
individuais.
Em
cada uma das crises, um ingrediente maior pode ajudar para se evitar a
apostasia na igreja “amor cuidadoso”. Um amor que continuamente diz:
“Eu estou interessado
por você, eu estou preocupado com você, eu cuido de você”. Amor manifestado numa chamada telefônica, uma nota breve,
um sorriso, um aperto de mão caloroso, um convite para jantar; pode ser de maior valor efetivo do que um sermão. Eu gosto das
palavras de uma pequena criança do Bairro do Harlem,
“Senhor,
eu quero ver o Seu amor na minha pele.” Eu concordo.
Leo Schreven
é um evangelista da associação de Evangelistas Adventistas do Centro de Mídia
Adventista
Parte 2: Propósitos, Motivo e Justificativa.
1
– Propósito – Os Ministérios da Mulher,
apresenta o projeto Ministério da Conservação como um meio para fortalecer, os
novos membros de nossa igreja.
2
– Motivo – A percepção de que uma das
maiores necessidades da nossa igreja hoje é a atenção aos recém-batizados,
tendo como resultado um grande índice de apostasia.
Por
esta razão os Ministérios da mulher deseja organizar
nas igrejas de nosso território um ministério de conservação, que estará
encarregado de devotar atenção especial a todos os novos conversos na fé.
3
– Justificativa – Temos experimentado um
grande número de novos conversos cada ano, no entanto eles não estão sendo
suficientemente atendidos em suas necessidades como recém-nascidos espirituais
o que tem contribuído para um aumento no numero de perdas.
Por
esta razão ao lançarmos o projeto Ministério da Conservação, queremos que ele
supra diretamente esta nossa grande necessidade. Os benefícios serão para todos
nós que fazemos parte do corpo de Cristo, e mui especialmente para os noviços
na fé, dando-lhes uma base sólida para fundamentar sua esperança, e
preparando-o para ser um discípulo a médio prazo. A longo prazo também a igreja será
beneficiada pela fidelidade, experiência e uso dos dons espirituais deste novos
irmãos.
Parte 3: Como implantar:
1-
Explicar como deve funcionar o Ministério
da Conservação na Igreja sob a coordenação dos Ministérios da Mulher e apoiado
pelos líderes do PG.
·
COMO?
1) A diretora dos Ministérios
da Mulher de cada Igreja deverá escolher uma líder para desenvolver o
Ministério da Conservação.
2) Essa líder deverá receber
treinamento, juntamente com sua equipe, da diretora dos MM
da sua igreja local ou da líder distrital, as quais receberão treinamento da
líder do Campo.
3) Após receber treinamento, a
líder do Ministério de Conservação desenvolverá o projeto na igreja, seguindo
os seguintes passos:
·
ORGANIZAÇÃO E PREPARAÇÃO
a- Juntamente com a diretora
dos MM, visitar o pastor do distrito e estudar com ele a proposta do departamento
dos MM para a Conservação.
b- Reunir a secretária da
igreja, líderes e coordenadores dos PGs,
pastor e anciãos, a diretora dos MM e expor o problema da apostasia com dados
estatísticos e o plano de Conservação dos MM.
·
LEVANTAMENTO DE DADOS
a- Solicitar da secretária da
igreja a relação de pessoas batizadas nos dois últimos anos;
b- Calcular o índice de
apostasia dos dois últimos anos;
c- Verificar se os membros
afastados pertenciam a um PG;
d- Sondar se há classe pós-batismal
na igreja e se os novos membros estão matriculados;
a- Averiguar se possuía o
Certificado do Guardião Espiritual e o livreto “ Bem-Vindo À Família de Deus” ;
f- Constatar se estava envolvido
·
IMPLANTAÇÃO
a- No dia do batismo, cada novo
membro deve possuir um Guardião Espiritual;
b- Estudar o Livro “Bem-Vindo à
Família de Deus” (que deve ser doado no dia do batismo) com os novos membros na
Classe Pós Batismal ou individualmente com o Guardião;
c- Cada diretora dos MM deve fazer reuniões periódicas (bimestrais) com os
Guardiões para avaliação e treinamento;
d- As diretoras dos MM devem assistir as reuniões de PGs
para avaliar como está o processo de acompanhamento dos novos membros dos PGs;
e- É função da Diretora dos
Campos, treinar as diretoras e guardiões;
f-
Promover encontros de Guardiões e recém batizados por semestre para um junta panelas com a finalidade de sociabilizar os novos
conversos.
2- Caberá líder do MM:
c- Providenciar os seguintes
materiais:
o
Certificado do Guardião;
o
Livrinho “Bem-vindo à Família de Deus”
o
Lista de sugestões para a sociabilização dos
novos conversos
d- Participar regularmente das
reuniões dos líderes de PGs
, juntamente com a líder do Ministério da Conservação, para verificar o
acompanhamento dos novos conversos pelos Guardiões;
e- Reunir a
cada dois meses os Guardiões Espirituais para avaliação e troca de
experiências;
f-
Promover um encontro
por semestre (junta panelas) entre recém-batizados e Guardiões;
g- Fazer uma avaliação,
juntamente com os líderes dos PGs,
a cada seis meses e checar a lista de batizados para ver onde estão.
h- Realizar um culto de
gratidão ( no terceiro sábado de novembro – Dia de
Ação de Graças) pelos novos conversos – “TROFÉUS PARA CRISTO”
3- Caberá ao Coordenador do PG:
a- Encaminhar ou certificar-se
de que cada recém batizado já está
b- Conceder a líder do MM a oportunidade de apresentar e acompanhar o Ministério da
Conservação nas reuniões de líderes dos PGs.
4- Caberá ao líder do PG:
a- Providenciar, levando em
consideração a opinião do recém batizado, o seu Guardião Espiritual, é prudente
que sejam escolhidos homens para acompanhar homens, mulheres para acompanhar
mulheres, e jovens para os jovens.
b- Promover atividades que
contribuam para a sociabilização do recém batizado.
c- Estar atento ao desenvolvimento
espiritual do recém
converso e visitá-lo quando sentir sua falta nas reuniões.
d- Ajudar o recém converso a se envolver em algum
ministério.
5- Caberá ao Guardião Espiritual:
a- Velar pelo bem-estar do
recém batizado;
b- Cultivar amizade;
c- Ajuda-ló a conhecer a Bíblia;
d- Incentivar o estudo da lição
da Escola Sabatina;
e- Ensinar a fazer o culto
familiar;
f-
Motivar a fazer o culto do pôr-do-sol
g- Visitar;
h- Orar junto;
i-
Procurar ajuda-lo em alguma necessidade material ou espiritual (com a
ajuda dos demais membros dos PGs);
j-
Envolver o recém batizado sob seus cuidados em um projeto
missionário
Parte
4- Idéias para a sociabilização
de novos membros.
a- Fazer amizade com outros
membros.
É o primeiro passo para assimilação de um novo
membro na igreja. Muitas pessoas recém-batizadas não tem um senso de
que pertencem à congregação da qual são membros. Lembre-se de que, de acordo
com os conhecedores, cada novo membro precisa ter pelo menos sete novos amigos
na igreja dentro de seis meses, de outra forma eles estarão no caminho da “Porta
de Trás”.
-
Orar pelo novo converso e com a família dele;
-
Convidá-lo para um pôr-do-sol;
-
Convidá-lo para almoçar;
-
Comemorar o aniversário;
-
Tefonemas de ânimo, felicitações e apoio.
b-Prepare um NINHO para ele. (Núcleo de Integração e Hospitalidade)
-
Tenha uma lista dos irmãos que gostariam de levar um novo membro para almoçar em sua
casa aos sábados;
-
Encarregar uma pessoa para designar as casas aos convidados, seria melhor que o convite fosse feito pelo dono da casa;
-
Estimular nossos irmãos mais velhos a compartilhar seus lares, e
confraternizar-se com os recém chegados na fé. Isso será muito saudável para a igreja e o
novo membro.
c- Distribua
Responsabilidades.
“A cada pessoa que se acrescenta às fileiras
pela conversão deve ser designado seu posto de dever”. (Ellen G. White; Tetemonies for the Church, vol. 7,
pág: 30)
-
Ajudá-lo a descobrir e usar seus
talentos;
-
Instá-lo a uma vida de oração e ingresso
nas fileiras da Colportagem.
d-
Convide os Novos Membros a participar da programação
Eles podem anunciar um hino, cantar uma música,
fazer leitura bíblica ou oração.
“Os anciãos e os que tem cargo de
responsabilidades na igreja, deve....arranjar as coisas de maneira que todos os
membros tenham uma parte a desempenhar.”(Ellen G. White; Serviço Cristão, pág.
62)
-
Impulsioná-lo a ingressar em nossas
escolas e colégios para que recebam os benefícios da Escola Cristã.
-
Motivá-lo a participar dos diversos
eventos da igreja, afim de que se sintam integrados e aceitos como membros da
família de Deus;
Ex: Camporis, congressos, encontros de casais, escola de pais,, instituto bíblico, etc.
-
Incluí-lo em um grupo musical;
-
Planejar um passeio para conhecer nossas
Escolas e Instituições.
e-
Permita que um novo membro ofereça uma série de estudos bíblicos a um novo
interessado. (com auxilio do guardião ou ançião).
“Quanto mais o novo membro procurar comunicar
luz, tanto mais luz receberá”.
(Ellen
G. White; Parábolas de Jesus, pág. 354).
-
Observar se a pessoa tem sua bíblia, sua
lição, meditação e vestimentas adequadas.
-
Ensiná-lo a estudar a lição;
-
Colocar em suas mãos nossos melhores
livros.
f-
Convide os novos membros a acompanhar os mais experientes na visitação.
“Muitos teriam boa vontade de trabalhar, se lhes
ensinassem a começar. Necessitam ser instruídos e animados.” (Ellen G. White; A
Ciência do Bom Viver, pág. 149)
g-
Encoraje-os a trazer outros para a Igreja.
“O primeiro impulso de um coração regenerado é
levar outros também ao Salvador”.
(Ellen G. White; O Grande Conflito, pág.70 –
Lição da Escola Sabatina 3 trim.
2000. pág. 70)
(Ellen
G. White; Manuscrito 63, 1898)